BMW Z1 Roadster

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56 000 €
Possibilidade de Credito s/entrada inicial
Condição Clássicos, Stock
Marca BMW
Modelo Z1 Roadster
Série Z1
Versão Roadster
Combustível Diesel
Registo(s) 2
Ano de Registo 1989
Origem Importado
Quilómetros 36.816km
Cilindrada 2494 cm3
Potência 170 cv
Tipo de Caixa Manual
Cor BMW-urgrün-metallic (verde metalizado)
Nº de Portas 2
Detalhes
Mês e Ano do Primeiro Registo Março de 1989
Aceita retoma Sim
Possibilidade de financiamento Sim, desde 0% de entrada até 120 meses
Segmento Roadster
Metalizado Sim
Lotação 2
Classe do veículo Classe 1
Tracção do veículo Tracção traseira
Filtro de Partículas Não
Garantia do Stand 2 anos
Livro de Revisões completo não.
Não fumador Sim
2ª Chave Sim
Jantes de Liga Leve Sim
Medida Jantes de Liga Leve 16 polegadas
Ar Condicionado Não
Estofos Estofos totalmente em pele
Motor
Nº de Cilindros 6
Desempenho
0 aos 100 7,9' s
Transmissão
Nº de Mudanças 5
Este veículo vem equipado com:
Equipamentos
  • ABS
  • Alarme
  • Bancos Desportivos
  • Estofos em Pele integral
  • Faróis de nevoeiro
  • Pack Desportivo
  • Rádio com CD / MP3
  • Suspensão Desportiva
  • Vidros Eléctricos dianteiros
  • Volante em Pele

BMW Z1 Roadster de 1989.

Um automóvel colecionável, um das 8.000 unidades produzidas.

Sem sobra de duvida, uma “Peça” única que marcara a diferença em qualquer lugar.

Deixamos a historia deste pequeno grande carro:

A linhagem dos Z começa com o pequeno Z1, primeiro roadster da BMW.

Zukunft, ou “futuro” em alemão.

É daí que vem a letra “Z” do BMW Z1 — o 1, então, este foi o primeiro da linhagem. E, de fato, trazia diversos recursos que pareciam mesmo ter vindo do futuro — ainda mais se considerarmos que seu primeiro contato com o público aconteceu me 1985, no Salão de Fraknfurt.

Dá para dizer que este carro tem quase 40 anos?

A criação do primeiro conceito é atribuída a Ulrich Bez, que integrava a equipe de engenheiros da divisão BMW Technik, criada em 1985 com o objetivo de “redefinir os conceitos básicos do design Automóvel e ditar tendências”.

O Z1 foi um dos primeiros projetos da nova divisão, e Bez queria que ele fosse uma plataforma de inovações que poderiam ser usadas em outros modelos da BMW no futuro — ZUKUNFT.

 

Desenvolvido ao longo de dois anos começando em meados de 1985, o primeiro protótipo do Z1 foi mostrado no Salão de Frankfurt de 1987 — causando um verdadeiro furor entre os visitantes. A BMW não disse uma palavra a respeito de colocá-lo em produção, mas isto não impediu que a marca recebesse mais de 5.000 encomendas do novo modelo.

Todos queriam um Z1 e, com tanta aceitação, seria ignorância não dar às pessoas o que elas queriam. Mas por que elas queriam?

Talvez porque o design do carro, assinado pelo holandês Haarm Lagaay, fosse diferente de absolutamente tudo o que havia até então — e, desta vez, não estamos exagerando: as proporções, com capot longo e traseira curta, eram clássicas, mas as superfícies suaves, com menos cantos vivos; os para-choques embutidos na carroceria e os faróis com projetores cobertos por uma redoma de acrílico o colocam, pelo menos, dez anos à frente de seu tempo.

E isto não é tudo: a carroceria era feita de plástico e todos os seus painéis eram removíveis. A estrutura monocoque, com assoalho de plástico, soldas galvanizadas e uma camada de zinco, era das mais rígidas, e formava com a mecânica um chassi rolante que podia ser conduzido sem a carroceria — e, em tese, permitiria desenvolver novas configurações de carroceria com maior facilidade e rapidez. Isto chegou a ser feito em 1991, com o conceito Z1 Coupe — este, porém, jamais chegou às ruas.

As portas eram seu maior diferencial — em vez de abrir para fora, elas mergulhavam para dentro das soleiras por um sistema elétrico. Para garantir a segurança em caso de uma colisão lateral, as soleiras eram bem altas e reforçadas. Somando tudo isto à estrutura excecionalmente rígida, o Z1 podia ser guiado com as portas abertas sem comprometer sua segurança.

Todas estas características foram levadas para a versão de produção, que começou a ser fabricada em 1989. E ela tinha tudo para fazer sucesso porque, apesar dos recursos inovadores, sua mecânica era conhecida e consagrada: o seis-em-linha de 2,5 litros do BMW 325i (e 525i) que, com arvore de cams à mabeça e 12 válvulas e alimentado por um sistema de injeção eletrônica Bosch Motronic, rende 170 cv a 5.800 rpm e 22,2 mkgf de torque a 4.300 rpm.

O caixa de velocidades so teve uma escolha: manual de cinco velocidades da Getrag, também compartilhado com o E30.

A potencia era suficiente para levar o roadster de 1.290 kg aos 100 km/h em 7,9 segundos e continuar acelerando até a velocidade máxima de 225 km/h.

Outra inovação: enquanto a dianteira trazia um sistema McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora, a BMW optou por tornar o Z1 um de seus primeiros automóveis com suspensão traseira independente do tipo multilink. O sistema, que usava braços inferiores arrastados e braços superiores triangulares — também com molas helicoidais e barra estabilizadora — garantia estabilidade excepcional e, batizado de “Z-Axle”, foi empregado em outros modelos da BMW a partir dali, como o Série 3 E36 lançado em 1991. A distribuição de peso em 49/51 (frente/traseira) e o centro de gravidade baixo também contribuíam para o excelente comportamento dinâmico.

Dá para entender por que tanta gente quis um Z1 no Salão de Frankfurt em 1987. A BMW jamais havia imaginado colocá-lo em produção, mas decidiu arriscar, mesmo sabendo que o alto custo de produção de um carro tão moderno minimizaria os lucros. Ao todo, 8.000 unidades do Z1 foram produzidas — mais da metade delas em 1991. Destes 8.000, quase 6.500 foram vendidos só na Alemanha. Há quem diga que a BMW ainda produziu 12 exemplares entre 1986 e 1987, porém nada foi confirmado oficialmente.

Apesar de muito procurado, porém, o Z1 nunca chegou a ser lucrativo para a BMW — mas serviu para mostrar que a demanda por um roadster da marca do duplo rim existia. Só era preciso criar um carro mais convencional, que pudesse ser produzido em série usando métodos mais eficientes e baratos. Este carro foi o Z3, baseado no Série 3 E36 e lançado em 1995. Desde então, a BMW jamais deixou de oferecer um roadster em sua linha.

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